No meio de tanta coisa esquisita acontecendo dentro e fora de mim, tenho escutado palavras maravilhosas em encontros muitos especiais.
Semana passada, a Janaina Peresan, arte-educadora, me disse que acredita na pedagogia do carinho, do acolhimento.
Clarice Niskier, na peça "A alma imoral", diz que cada um tem seu tempo, pra tudo... Em um momento do monólogo, ela faz um intervalo, para repetir trechos que não tenham ficado claros para a plateia.
O Patrício, professor de Educação Física, afirmou hoje que oponentes podem ser parceiros, na medida em que exigem mais de nós. "Os oponentes não precisam ser adversários".
No meio desses encontros, a Priscila-criança que vive dentro de mim me fez um pedido especial:
- Tenho medo da morte desses encontros. De que esse sentimento quentinho desapareça. Podemos nos abraçar e abraçar essas pessoas pra sempre?
E eu digo a ela:
- Prometo que vou tentar. Talvez seja isso o que chamam de memória, né?
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